quinta-feira, 28 de agosto de 2014

SEMINARIO SOBRE DOR

Aula ministrada pelo professor-neurologista e cefaliatra em Alfenas. Excelente palestra correlacionada com a oficina que ministramos:

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Psicologia e Diabetes

Este vídeo aborda a questão psicológica do Diabetes Mellitus:



Fisiologia da Obesidade

Dentre as DNCTs, a obesidade direciona a população para um abismo. Comorbidades fortificam esta condição patológica e drenam a vida lentamente...

Assista a interessante aula do Prof. Ms. Francisco Luciano Pontes:



KAATSU Physician Introduction

Quem participou da oficina que o professor Vitor Angarten ministrou, irá gostar deste vídeo!



Aula Alterações Fisiológicas na Hipertensão

Excelente aula do professor da Unifesp Dr. Marcelo de Menezes Spinola:



Modulação Metabólica no Diabetes

Pessoal, tive a oportunidade de ter sido orientado pelo Dr. Cassiano Merussi Neiva. Compartilho com vocês o vídeo aula:



Bibliografia da oficina: treinamento com diabéticos

Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica caracterizada por excesso de glicose no sangue decorrente da falta ou ineficácia da insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, acarretando modificações importantes no metabolismo da glicose, proteínas e gorduras. É um dos mais importantes problemas de saúde, já que afeta uma parcela significativa da população mundial, e há ainda, uma tendência ao aumento de sua prevalência. Diabetes Mellitus é uma síndrome metabólica caracterizada pela hiperglicemia sendo que durante o exercício físico ocorre um aumento na captação de glicose e na sensibilidade à insulina, o que promove um decréscimo glicêmico. Entretanto, o exercício impõe riscos, fazendo-se necessário a presença de profissional habilitado para acompanhar de forma adequada tal atividade.


Segue as referências:

[1] MARTINS , D.M; DUARTE, F.A.S. Efeito do exercício físico sobre o comportamento da glicemia em indivíduos diabéticos. Revista Brasileira Atividade Física & Saúde, V.3, n.3, 1998, p. 32-44.
[2] GUYTON A; HALL J.E. Insulina, glucagon e Diabetes Mellitus. In: Tratado de Fisiologia Médica, 9ª edição, ed. Guanabara Koogan, 1996, p. 883-894.
[3] SILVA C.A; LIMA W.C. Efeito benéfico do exercício físico no controle metabólico do Diabetes Mellitus tipo 2 à curto prazo. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, V.46, n.5, SP, out. 2002
[4] Dr. Vandistel; Dr. E. Muls. Exercício e Diabetes. Jornal de Medicina do Exercício, abr/mai/jun/1999 p. 7–9.
[5] Informativos da Sociedade Brasileira de Diabetes. Internet, site address: http://www.diabetes.org.br/diabeteshoje; acessado em 11/11/2004.
[6] DAVIDSON, M.B. Aspectos clínicos e patogênicos distintivos entre os tipos 1 e 2 do Diabetes Mellitus. IN: Diabetes Mellitus diagnóstico e tratamento, 4ª edição, ed. Revinter, 2001, cap 2, p. 16-22.
[7] MÜLLER A.P, et al. Exercício físico como protagonista no tratamento de paciente diabético. Fisioterapia em Movimento, V. VI, n. 1, abr/set-93, p.39-52.
[8] SILVA, C.A; GRANDO, J.C. Diabestes Mellitus e exercício físico. Dynamis Revista Tecno-Cinetífica, V. 10, n. 38, jan/mar-1999, p. 12-17.
[9] CABALLERO, L.V; et al. Acerca de la prescripción de ejercicio en el paciente diabético. Gac Med Mex 2000, V. 136, n 6, p. 629-637.
[10] VIVOLO, M.A; et al. Exercício físico e diabete melito. Revista SOCESP, V. 6, n. 1, jan/fev -1996, p. 102-110.
[11] GAZOLA, V.A.F; et al. A atividade física no tratamento de pacientes portadores de Diabetes Mellitus. Arquivo Ciência Saúde Unipar, V. 5, n. 1, jan/abr – 2001, p.25-32
[12] KHAWALLI, C; et al. Benefícios da atividade física no perfil lipídico de pacientes com diabetes tipo 1. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, V. 47, n. 1, SP, fev - 2003

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Este é o blog do Grupo de Pesquisa em Fisiologia Humana e do Exercício Aplicado à Saúde Coletiva. Nossos estudos envolvem assuntos que abordam as Doenças crônicas não Transmissíveis, conhecidas como DCNT. Estas doenças culminam  no elevado índice de mortalidade e comorbidades que afogam o sistema de saúde do país, deteriorando a qualidade de vida da população.
Trabalhos que envolvem ações na esfera primária (prevenção) exercem um impacto positivo na diminuição das comorbidade, sendo observados as questões fisiológicas e ambientais.